ISSAI 12 – VALOR E BENEFÍCIOS DAS ENTIDADES FISCALIZADORAS SUPERIORES – FAZENDO A DIFERENÇA NA VIDA DOS CIDADÃOS

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  1. FORTALECER A ACCOUNTABILITY, TRANSPARÊNCIA E INTEGRIDADE DAS ENTIDADES GOVERNAMENTAIS E DO SETOR PÚBLICO preservando a independência das Entidades de Fiscalização Superior – EFS, realizar auditorias para garantir que as entidades governamentais e do setor público sejam responsabilizadas por sua gestão e uso de recursos públicos e habilitar os responsáveis pela governança do setor público para que possam cumprir suas responsabilidades e responder aos achados e recomendações da auditoria e adotar as ações corretivas apropriadas e produzir relatórios sobre os resultados da auditoria e permitir assim ao público responsabilizar as entidades governamentais e do setor público.
  2. DEMONSTRAR A RELEVÂNCIA CONTÍNUA PARA OS CIDADÃOS, O LEGISLATIVO E OUTRAS PARTES INTERESSADAS sendo sensível a mudanças de ambientes e riscos emergentes, comunicar-se de forma efetiva com as partes interessadas, ser uma fonte confiável, independente e objetiva de conhecimento e de orientação para apoiar mudanças positivas no setor público.
  3. SER UM MODELO DE ORGANIZAÇÃO QUE LIDERA PELO EXEMPLO, devendo assegurar a respectiva transparência e accountability, de forma adequada; assegurar a boa governança das Entidades de Fiscalização Superior, cumprir com o Código de Ética das Entidades de Fiscalização Superior, Buscar a excelência e a qualidade do serviço e construir capacidade e promover a aprendizagem e o intercâmbio de conhecimentos.

FONTE:  Normas Internacionais das Entidades Fiscalizadoras Superiores (ISSAI) foram elaboradas pela Organização Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores (INTOSAI) e traduzidas em 2016 pelo TCU.

“Para cumprirem suas funções e garantirem seu valor potencial para os cidadãos, as EFS precisam ser percebidas como entidades confiáveis. Elas só merecem confiança se elas mesmas forem objetivamente julgadas confiáveis, competentes e independentes e puderem ser responsabilizadas por suas operações. Para tornar isso possível, precisam ser instituições modelo, dando o exemplo a partir do qual outros no setor público e na profissão de auditoria em geral possam aprender”

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